27 de abril de 2009

Que imagem tem o Assobio?

Uma manhã à procura da imagem do Assobio! O Américo Rodrigues produziu, o Armando Neves assistiu o produtor e o Tiago Rodrigues fotografou. Chegámos à conclusão que o Assobio é assim.

7 de abril de 2009

CD Assobio

Aqui está a capa do CD "Assobio", uma edição do Teatro Municipal da Guarda com projecto gráfico de Catarina van der Worp. 
O CD será apresentado no próximo dia 15 de Maio, no Teatro Municipal da Guarda, num espectáculo que assinalará também a estreia do grupo.
As gravações dos treze temas que compõem o disco decorreram entre Dezembro de 2008 e Março de 2009: cinco canções tradicionais da Beira Alta, duas canções tradicionais da Beira Baixa, uma canção tradicional do Algarve, uma canção tradicional de Salamanca (Espanha), uma canção medieval, um instrumental original, uma oração do Alentejo para tirar o sol e um original (Assobio) com letra de Américo Rodrigues e música minha. É esta canção que pode ser escutada na página MySpace do grupo, aqui:

26 de março de 2009

Na cadeira do Barbeiro

O espectáculo “Na cadeira do Barbeiro” estreou em 27 de Julho de 2008, em Fornotelheiro (Celorico da Beira), quando da realização dos IV Encontros de Etnografia de Fornotelheiro. No próximo dia 28 de Março, pelas 21:30, será novamente apresentado no Teatro-Cine de Celorico da Beira.

Na cadeira do Barbeiro integra-se no conceito de intervenção sócio-musical, desenvolvido por César Prata e Julieta Silva no âmbito do projecto Chuchurumel. O referido conceito assenta no conhecimento, tão profundo quanto possível, de uma determinada comunidade, procurando responder às seguintes perguntas: Quem somos? O que sabemos? Quais são as nossas memórias, os nossos cantos e os nossos contos? Depois descobrir que afinal todos sabemos cantar, tocar, contar e representar e transpor a arte das pessoas da comunidade para o palco, consubstanciada num espectáculo capaz de fazer passar uma identidade própria e definida, plena de afectos e de memórias locais.

O trabalho de recolha decorreu entre Novembro de 2007 e Março de 2008. Após dezenas de horas de entrevistas e de gravações áudio e vídeo, outras tantas de audição das gravações e do trabalho de construção do espectáculo chegámos à cadeira do barbeiro. A cadeira do barbeiro, enquanto espaço de convívio e de conversa, será o elemento central do espectáculo. Por ela passarão as histórias, as canções, as memórias.


Ficha técnica
Criação original: César Prata e Julieta Silva (Chuchurumel)
Organização: Junta de Freguesia e ADCR do Fornotelheiro
Produção: Agostinho Santos, Inês Silva e Nuno Ribeiro
Som: Inês Lamares
Figurinos: Hermínia de Fátima Ribeiro
Participantes: Agostinho Ferreira, Agostinho Manuel Augusto, Agostinho Reis Parente, Ana Beatriz Almeida Pereira, Ana Carolina da Cruz Santos, Ana Cláudia Rodrigues Marques, Ana Maria Antunes Rodrigues Marques, Ana Rita Almeida Santos, Ana Rita Rodrigues, Ana Sofia Caetano, Ângela Fernanda Coelho Mendes, António dos Reis Parente, Armindo Pires, Bernardo José Gomes Silva, Carlos Alberto Andrade Pires, Carlos Silva, César Prata, Conceição Coelho, Daniela Filipa Caetano, Diogo Manuel Machado Silva, Glicínia Andrade Pinheiro Machado Bernardo, Goretti Ribeiro Almeida Santos, Graça Cerejo, Hélder Tiago Ribeiro, Inês Silva, Irene Castro de Almeida, José Francisco da Silva, José Jorge Silva, José Pedro da Silva Magalhães, Julieta Silva, Luís Carlos Ribeiro Ferreira, Manuel Diogo Ribeiro, Marcelina Bernardo Ribeiro, Maria Antónia dos Santos Fonseca, Maria Aurora Antunes, Maria da Conceição Augusto dos Santos Silva, Maria da Conceição Santos Augusto, Maria do Sameiro Rodrigues, Maria Elisa Veiga, Maria Graça Augusto Santos Silva, Maria José dos Reis Ribeiro, Nelson Manuel Ribeiro, Nuno Alberto Bernardo Bordalo Ribeiro, Pedro Manuel da Cruz Santos, Rodrigo dos Santos Alves, Ruben António Augusto Tomás, Sandra Marisa Canário dos Santos, Vanessa Fonseca Ribeiro

23 de março de 2009

Um bando de passarinhos


Aqui fica o convite para a ante-estreia do filme, a exibir dia 24 de Março, pelas 21:30,  no Teatro Municipal da Guarda.

27 de fevereiro de 2009

Assobio

ASSOBIO é sopro; um sopro musical. E sopro é vida.; a vida que passa pela cultura popular e pela sua transmissão constantemente renovada. ASSOBIO é o nome do meu novo projecto musical. Após o fim de Chuchurumel, marca a continuidade do meu trabalho com a tradição musical portuguesa, ou seja, o cruzamento da tradição com linguagens musicais dos nossos tempos. ASSOBIO é um desafio, uma constante procura de sonoridades, um caminho para a música portuguesa. ASSOBIO faz-se também com a voz carismática da Vanda Rodrigues, uma cantora surpreendentemente singular, uma voz para a música portuguesa. ASSOBIO é nome de disco e de espectáculo. ASSOBIO é uma co-produção com o Teatro Municipal da Guarda e estreará no próximo dia 15 de Maio, no Teatro Municipal da Guarda. O espectáculo de estreia assinalará, também, a apresentação do CD ASSOBIO, uma edição do Teatro Municipal da Guarda.
Depois... Depois vamos andar a assobiar... Por aí!
Já pode aceder ao MySpace do grupo, aqui:

26 de fevereiro de 2009

O Entrudo já vai fora

Informante: Maria Alves Manso
Aldeia do Bispo | Sabugal [Guarda | Portugal]

14 de fevereiro de 2009

Julgamento do Galo do Entrudo



Na noite de 23 de Fevereiro, as ruas da Guarda vão dar lugar à folia carnavalesca do espectáculo “Julgamento e Morte do Galo do Entrudo”. Tal como em edições anteriores, esperam-se milhares de pessoas para seguir o cortejo do galo entre o Jardim José de Lemos e a Praça Velha da cidade. Trata-se de um espectáculo comunitário e de expiação, onde desfilam centenas de participantes oriundos das colectividades do concelho e também actores, músicos e cantores profissionais. Ao desfile não faltará também o culpado por todos os males e injustiças acontecidas o ano que passou, ou seja, o galo, que na Praça velha será julgado e punido! Uma das grandes novidades desta edição residirá precisamente no julgamento do galináceo que este ano terá o formato de Ópera Bufa. Os advogados de defesa e acusação serão, respectivamente, a soprano Helenas Neves e o tenor Sérgio Martins. O elenco contará ainda com Albino Bárbara que interpretará o juiz; Américo Rodrigues, António Godinho, Isabel Monteiro e Vasco Queiroz serão as testemunhas de acusação e Agostinho da Silva, Carlos Lopes, Cristina Fernandes e Filipa Teixeira
A organização promete ainda momentos de surpresa, onde tudo pode acontecer! Recordamos que na edição anterior, foi a actuação de Arlindo de Carvalho, com a “Trova da Guarda”, o último desejo do galo condenado… Para além das surpresas está previsto um momento multimédia, com fortes efeitos visuais e recurso a laser
O Julgamento e Morte do galo do Entrudo é um espectáculo comunitário que contará com a participação activa de mais de uma dezena de colectividades do concelho, a saber: Associação Cultural Copituna d’Oppidana, Associação Cultural e Desportiva do Jarmelo, Associação Desportiva, Recreativa e Cultural da Rapoula, Centro Cultural da Guarda, Grupo “Os Beirões” de Maçainhas, Grupo de Cantares “Ontem, Hoje e Amanhã” de Maçainhas, Associação Cultural e Recreativa da Sequeira, Grupo de Cantares "A Mensagem", Raiz de Trinta - Associação Juvenil e ainda os alunos do curso de Animação Sociocultural do IPG. Às colectividades juntam-se ainda três grupos de foliões convidados pelo TMG a integrar o desfile: a equipa Espiral com a alegria e folia dos Zés Pereiras, Gigantones e Cabeçudos; o grupo de teatro espanhol La Saca e ainda o grupo Samarkanda Teatro. À festa junta-se ainda a Banda Filarmónica da Sociedade Musical Gouveense.
O Julgamento e Morte do Galo do Entrudo é um espectáculo produzido pela Culturguarda EM/ TMG para a Câmara Municipal da Guarda. A coordenação é de Américo Rodrigues, os textos estão a cargo de Rui Isidro e de António Godinho, a direcção musical é de César Prata, a concepção do Galo é da artista plástica Teresa Oliveira, encarregada também da sua construção, com o grupo de teatro Aquilo e a voz do galo é de Joaquim Martins.
Recordamos que o julgamento do galo é uma tradição de diversas localidades do concelho da Guarda, um ritual de exorcismo de todos os males em que o Galo é o culpado por intrigas, desavenças e todos os insucessos que tiveram lugar no ano que passou, pelo que é julgado e condenado em praça pública, num ritual expiatório e de purificação, através do qual se renova a esperança num ano melhor.

Depois de morto, coma-se o galo numa deliciosa canja!

Porque a organização sabe que muita folia pode causar uma forte sensação de estômago vazio, e sabendo-se que o galo vai ser condenado, no espectáculo de Carnaval “Julgamento e Morte do Galo do Entrudo” vamos oferecer canja de… galo ao público presente na Praça Velha. Como os tempos são de crise e nada dados a desperdícios, o malogrado galináceo será servido numa deliciosa canja aos guardenses e visitantes.
E para que nada falte aos foliões, e porque a noite de Carnaval é de festa, durante o percurso (do Jardim José de Lemos à Praça Velha) haverá “postos de reabastecimento” de vinho, com o apoio da Adega Cooperativa de Pinhel. Vinho da região para aquecer o coração.
O TMG apela a todos: juntem-se a nós nesta celebração carnavalesca, venham gritar connosco: morra o galo, esse grande malfeitor!
O Julgamento e Morte do Galo do Entrudo é uma produção da Culturguarda EM/ TMG para a Câmara Municipal da Guarda. Um espectáculo comunitário e de expiação que decorrerá nas ruas da Guarda no próximo dia 23 de Fevereiro, a partir das 21h30.
in, Blog do Teatro Municipal da Guarda

5 de fevereiro de 2009

A batalha dos Montes

uma guerra com uma batalha em cada ano
um povo armado de cândidas mocas, 
encabeçado por maltas aos gritos, 
aos rufos e aos trovões

Um filme de Maria Lino e Zigud a partir da festa do S. Brás 
(Montes, Trancoso). 
Edição Luzlinar
Apresentação dia 7 de Fevereiro, às 16:30, 
no Cine-Auditório Jacinto Ramos (Trancoso).

[A música é da minha autoria.]

3 de fevereiro de 2009

Julgamento do Galo do Entrudo

Vem aí o Galo do Entrudo. Dia 23 de Fevereiro, a partir das 21:30, véspera de Carnaval, desfile pelas ruas da Guarda e julgamento na Praça Velha. Pela minha parte estou a trabalhar para que a música esteja à altura da ave. Uma ópera bufa, com textos de António Godinho e Rui Isidro e música minha, será interpretada por cantores líricos. No fim, já se sabe... Galo para a fogueira!

13 de janeiro de 2009

Chuchurumel vírgula ponto final

Chuchurumel encontrou o ponto final. Cerca de cinco anos e meio volvidos desde o seu nascimento, chegou ao fim esta aventura de divulgação e promoção da música tradicional portuguesa. Para trás ficam dezenas de horas de recolhas, diversas oficinas de formação sobre instrumentos tradicionais portugueses, espectáculos originais criados para determinadas circunstâncias, centenas de concertos no país e no estrangeiro (do Jarmelo a Frádigas, do CCB à Casa da Música) e dois discos editados: "no castelo de Chuchurumel"(2005) e "Posta-Restante"(2007). Para a frente continuam as carreiras artísticas dos dois músicos do grupo: Julieta Silva integrada no grupo Diabo a Sete e César Prata com o seu novo projecto "trinta por uma linha", espectáculo e disco a apresentar em Maio de 2009. Para todos aqueles que ao longo destes anos nos apoiaram e acarinharam fica o nosso mais sincero bem-haja.

1 de janeiro de 2009

Bom Ano Novo

Maria Alves Manso: voz
César Prata: electrónica e manipulação

20 de dezembro de 2008

Boas Festas

Canção de Natal
Informante: Maria Alves Manso
Aldeia do Bispo | Sabugal [Guarda | Portugal]

29 de novembro de 2008

Guarda: Rádio memória

E acabava assim! Ao longo dos três dias de exibição, 450 pessoas em palco!
(Fotografia de Eduardo Araújo)

12 de novembro de 2008

Guarda: Rádio memória


Aqui está o cartaz do espectáculo "Guarda: Rádio memória". A estreia é no dia 21 e o espectáculo fica em cena, no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda, até 23 de Novembro.
Trata-se de um espectáculo de celebração colectiva sobre o imaginário guardense que conta com a participação de mais de três centenas de pessoas e das colectividades do concelho da Guarda. Pretende-se comemorar o 809º aniversário da cidade da Guarda, numa co-produção do Teatro Municipal da Guarda e do Trigo Limpo - Teatro ACERT para a Câmara Municipal da Guarda.
À minha responsabilidade está entregue a direcção musical do espectáculo. Têm sido algumas horas sem dormir e mais se avizinham. Se o Paço já foi do povo, agora é o TMG que é do povo. Depois da experiência de há dois anos (Guarda: paixão e utopia) é uma alegria enorme ver centenas de pessoas dispostas a povoar o palco e os corredores do Teatro Municipal da Guarda.
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A partir do “estúdio” da Rádio Altitude, um locutor conduz uma emissão especial sobre a Guarda que nos transporta para acontecimentos marcantes, divertidos e/ou trágicos da história da cidade. Uns que aconteceram, outros que poderiam muito bem ter acontecido e outros ainda que podem vir a acontecer… Pela emissão vão desfilar personagens, heróis e anti-heróis, poetas e estudantes, almas do além e historiadores, figuras ilustres e não ilustres da cidade. Este é o fio condutor do espectáculo “Guarda: rádio memória” que, à semelhança do que aconteceu com “Guarda: paixão e utopia” (2006), pretende ser um espectáculo festivo e de celebração colectiva da cidade mais alta, que por esta data comemora o seu 809º aniversário. O espectáculo estreia no dia 21 e fica em cena, no Grande Auditório até 23 de Novembro. Uma emissão de rádio que é, no fundo, como refere o coordenador geral do espectáculo, Américo Rodrigues, «a nossa vida como cidade». A estreia é no dia 21 e o espectáculo fica em cena, no Grande Auditório do TMG, até 23 de Novembro.
Em palco centenas de pessoas dão vida a este espectáculo entre actores, músicos, bailarinos e colectividades da região.
Guarda: rádio memória é uma co-produção do Teatro Municipal da Guarda e do Trigo Limpo - Teatro ACERT para a Câmara Municipal da Guarda a propósito do 809º aniversário da cidade da Guarda.
O espectáculo tem a coordenação geral de Américo Rodrigues, e dramaturgia de Américo Rodrigues e José Rui Martins a partir de textos de Américo Rodrigues, António Godinho, Helder Sequeira, Honorato Esteves, José Rui Martins, Norberto Gonçalves, Osório de Andrade e Rui Isidro. A encenação é de José Rui Martins, a direcção musical é de César Prata e a cenografia é da autoria de Marta Fernandes da Silva e Pedro Santos (Teatro e Marionetas de Mandrágora).
(in Blog do TMG)
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Ficha Técnica

Coordenação Geral Américo Rodrigues

Dramaturgia Américo Rodrigues e José Rui Martins, a partir de textos de Américo Rodrigues, António Godinho, Helder Sequeira, Honorato Esteves, José Rui Martins, Norberto Gonçalves, Osório de Andrade e Rui Isidro

Encenação José Rui Martins

Actores, músicos e dançarinos mais de 300 artistas de organizações culturais do Distrito da Guarda.

Direcção Musical César Prata

Cenografia Marta Fernandes da Silva, Pedro Santos e enVide neFelibata (Teatro e Marionetas de Mandrágora)

Assistência de Encenação Raquel Costa e Ruy Malheiro

Vídeo Meca (RM 21) e Zito Marques

Técnicos de som, luz, audio-visuais, assistência de cenografia, montagem, direcção de cena e maquinistas de cena Alcides Fernandes, Armando Neves, Alex Pereira, Cajó Viegas, Eduardo Martins, José Pedro Gonçalves, Luis Viegas, Ricardo Fernandes, Ricardo Pereira, Tiago Dias, Tiago Lopes

Assistente de Coordenação Geral Sílvia Fernandes

Coordenação de Produção Lucinda Gomes

Produção executiva Elsa Miragaia

Desenho Gráfico Sérgio Currais e ZéTavares


26 de setembro de 2008

Ex_planada


Estão a despedir-se. A luz é diferente e já é preciso um casaco. Até para o ano!



22 de agosto de 2008

Ahoje é ahoje!


Foi um privilégio ter participado, a convite do Trigo Limpo - ACERT, no intercâmbio artístico e de cooperação solidária ""Ahoje é ahoje!" Moçambique é um bom lugar, não é Fran?
Toda a informação aqui:

AHOJE É AHOJE

Guardaste ontem o que só vais fazer amanhã?

Só há um dia que está connosco.

Hoje!

Ahoje é Ahoje!

 

Ontem é já memória.

Um dia destes… qual é esse?

Melhor é aquele que está connosco,

Ahoje.

 

A vida está a ir?

A vida é agora aqui.

Ahoje!

 

Luís Carlos Patraquim

23 de julho de 2008

A cor da língua + Janita Salomé + Chuchurumel

16 de Julho - Festival Tom de Festa - ACERT, Tondela
Uma noite de encantamento, como disse o meu amigo Zé Rui.
(Fotografia Eduardo Araújo)

10 de junho de 2008

Chuchurumel em Espanha

Aqui fica o texto que Juan Antonio Vásquez e Araceli Tzigane escreveram no seu site (Mapamundi), a propósito do concerto de Chuchurumel em Móstoles (Madrid), no passado dia 8 de Junho. E também alguns links com referências ao concerto (obrigado Araceli!).

En Portugal existe un hombre llamado César Prata, un músico creador al que le gusta escribir cartas. En una ocasión, hace unos meses, nos llegó una carta suya, acompañada de un disco sorprendente, firmado por Chuchurumel . Con ello supimos además que existe en Portugal una mujer llamada Julieta Silva, de voz dulce y manos hábiles. César y Julieta recopilan la belleza de las melodías y letras que aún recuerdan personas en recónditos pueblos, donde las utilizaban en un contexto bien distinto al del concierto típico al que estamos acostumbrados. Canciones para entretener durante largas jornadas de trabajo rural. Canciones para entretener tardes de domingo sin televisión. Canciones con las que ellos ahora llenan nuestros oídos de evocaciones y de belleza.
Chuchurumel parte, por un lado, de un profundo conocimiento del legado de la música tradicional y, por otro, de un uso elegante y original de la electrónica, materializando esta brillante y original propuesta por medio de la habilidad instrumental y vocal de César y Julieta. Acompañados por Tiago Pereira, videocreador, también profundamente comprometido con sus raíces culturales, hacen un espectáculo con una música indescriptiblemente bella, acompañada de unas imágenes que sirven de contexto para lo que pasa ahora y homenaje a lo que pasaba antes.