17 de outubro de 2012
20 de setembro de 2012
Guarda-músicas
Muitas músicas para festejar o dia mundial da música. No TMG, dia 1 de outubro de 2012.
É uma honra participar.
24 de fevereiro de 2012
9 de fevereiro de 2012
fado 2.0 na iTunes Store

fado 2.0, o segundo disco de Assobio, já pode ser ouvido (e comprado!) na iTunes Store.
Clique aqui: http://itunes.apple.com/pt/album/fado-2.0/id501351589
6 de fevereiro de 2012
fado 2.0 | o segundo disco de Assobio
É assim que abre "fado 2.0", o novo disco de Assobio.
Estreia no Teatro Municipal da Guarda, a 25 de fevereiro.
Estreia no Teatro Municipal da Guarda, a 25 de fevereiro.
13 de janeiro de 2012
27 de dezembro de 2011
"Canções de cordel" - um dos dez melhores discos de 2011

O meu disco "Canções de cordel" foi considerado pelo Jornal de Letras um dos dez melhores editados este ano em Portugal.
A lista completa:
Osso Vaidoso, Animal
César Prata, Canções de Cordel
José Medeiros. Fados, Fantasmas e Folias
Garda, Garda
Fausto, Em busca das montanhas azuis
Sérgio Godinho, Mútuo Consentimento
Norberto Lobo, Pata Mansa
Social Smokers, Magnetic Music
Jorge Palma, Com Todo o Respeito
Luísa Sobral, The Cherry Up my Cake
"Canções de cordel" foi co-produzido por mim e por Américo Rodrigues e teve as participações de Américo Rodrigues, Vanda Rodrigues, José Neves, Sandra Santos, Tatiana Guedes da Fonseca, B. Riddim e Kubik. Tiago Rodrigues fez o grafismo, o Teatro Municipal da Guarda editou e o IELT da Universidade Nova de Lisboa apoiou.
23 de outubro de 2011
Assobio | fado 2.0
Vamos concluir hoje as gravações do nosso próximo disco. Sairá em princípios de Fevereiro e vai chamar-se "Fado 2.0". Durante 5 minutos e 32 segundos poderá ouvir uma amostra com 7 dos 15 temas que integrarão o disco.
Dará então conta que escutou temas conhecidos por todos e que fazem parte do nosso património musical. É isso! São fados sem guitarra e sem viola. Os arranjos foram exclusivamente feitos com samples, programações, controladores MIDI e processamento digital. Trata-se, assim, de uma espécie de upgrade do fado.
Assobio Fado 2.0 by César Prata
Dará então conta que escutou temas conhecidos por todos e que fazem parte do nosso património musical. É isso! São fados sem guitarra e sem viola. Os arranjos foram exclusivamente feitos com samples, programações, controladores MIDI e processamento digital. Trata-se, assim, de uma espécie de upgrade do fado.
Assobio Fado 2.0 by César Prata
19 de agosto de 2011
4 de agosto de 2011
9 de fevereiro de 2011
5 de fevereiro de 2011
27 de janeiro de 2011
28 de setembro de 2010
SOPROS

sopros...
sopros de vida...
foi há muito, muito tempo quando a terra ainda era jovem, novinha em folha que apareceu o primeiro homem...
o tempo foi passando, passando e chegámos ao nosso tempo....
pensamos, reflectimos, sonhamos, sabemos que não podemos voltar atrás no tempo e recomeçar de novo, mas podemos começar agora a sonhar e fazer um novo fim...
misturamos o sopro de vida com o sopro da morte, enterramos a morte e abrimos o baú das recordações bem vivas... começamos nas mais recentes e caminhamos para as mais antigas quando éramos pequenos — mesmo pequeninos — e ainda chorávamos no berço
e a vida (que crescia em nós) estava no principio...
pelo meio recordamos a morte mais recente, o sofrimento e a solidão; depois a velhice alegre, cheia de tagarelice, partilhada ao sol.... recordamos o namoro e as danças apaixonadas, as brincadeiras de crianças, a alegria
estamos no início, temos medo, mas sopramos a vida cheios de novos sonhos, cheios de amor....
partilhamos, primeiro entre amigos, a maravilhosa aventura que é a vida; sonhámos, cantámos e até dançámos, embalados pelas músicas e por histórias maravilhosas.... Pusemos mãos à obra e criámos um sonho, um sopro de vida que agora queremos partilhar com toda a gente....
e, afinal, este é um fim ou um novo princípio?
se "uma vida só tem história do principio para o fim se a tiver do fim para o principio", então esta história começa, acaba, recomeça e reinventa-se sempre que alguém sopra....
obrigado por soprarem connosco....
Pneto
Ficha Técnica
Textos
”A criação segundo os Sioux” (adaptado)
“O que diz a Morte” (Antero de Quental)
“Fragmento 88” (Bernardo Soares)
“Testamento” (Ana Luísa Amaral)
“Para Sempre” (Carlos Drummond de Andrade)
“A vida e a morte” (Florbela Espanca)
Canções
“Sopros” (César Prata/Sandra Santos)
“Meu pai, meu pai” (César Prata — a partir de pranto fúnebre recolhido por M. Giacometti em Várzea, Soajo)
“Boa noite, amor” (J.M. Abreu e F. Matoso)
“Dorme, dorme, meu menino” (Tradicional — recolhida por Leite de Vasconcelos em Cercosa, Viseu)
“Dorme, dorme, meu menino” (Tradicional — Castanheira, Guarda)
“Senhora D. Anica” (Tradicional)
“Era uma vez um cavalo” (Tradicional)
“Larau, larito” (Tradicional)
“Dorme meu querido” (Excerto de "A Venerável Tia Baptista do Ceo Custódio, Assombros da vida
e morte prodigiosa"- 1679/César Prata)
“O que é a vida e a morte” (Florbela Espanca/César Prata)
Dramaturgia: César Prata e Sandra Santos
Direcção Artística: César Prata e Sandra Santos
Assistente de direcção: Paulo Neto
Intérpretes: César Prata e Sandra Santos
Música: César Prata
Desenho de luz: Paulo Neto
Figurinos: José Rosa
Costureira: Svetlana Molchanova
Cenografia: ACERT
Carpintaria: Carmosserra
Design gráfico: Zé Tavares
Fotografia: Carlos Fernandes e Carlos Teles
Registo vídeo: Zito Marques
Produção: ACERT, 2010
Agradecimentos: Claúdia Barato; Fernando Paz; Filipa Alexandre (Teatro e Marionetas de Mandrágora); Jorge Santos; Rute Ramos e a toda a equipa da ACERT.
Estreia: 1 de Outubro de 2010, ACERT, Tondela
Duração: 50 minutos
11 de maio de 2010
Simplesmente complicado

Este é o cartaz da co-produção Projéc~ CENDREV: "Simplesmente Complicado" com estreia marcada para dia 26!
Trata-se de uma peça de Thomas Bernhard, encenada por Américo Rodrigues e protagonizada por Rui Nuno. A música é minha, a cenografia e figurinos são de Zigud e o desenho de luz é de António Rebocho.
Ficará em cena no TMG entre 26 e 29 de Maio.
8 de dezembro de 2009
S. Francisco de Assis e Mundus Imaginalis
Voltei à música para teatro.


"São Francisco de Assis" e "Mundo Imaginalis num quadro de Van Gogh" são as duas peças da autoria de Vicente Sanches que o Projéc~ apresentará em estreia absoluta já no próximo dia 9 de Dezembro no Pequeno Auditório. Este é um espectáculo de regressos: o regresso de Américo Rodrigues ao trabalho enquanto actor, pois esteve mais dedicado à encenação e à escrita nos últimos anos e também o regresso do encenador Américo Rodrigues aos textos de Vicente Sanches, do qual se declara um profundo admirador. «Sou um profundo admirador da obra teatral de Vicente Sanches. Já tinha encenado “Van Gogh” e sempre tive vontade de encenar e interpretar as sucessivas peças que ele edita. Talvez por causa do humor desconcertante e, por vezes, do jogo de palavras. Surgiu agora a oportunidade de estrear duas pequenas peças de Vicente Sanches, escritas em 2006. Quando as li, sofregamente, pensei logo que deveria ser eu a representá-las», explica o actor e encenador.Sobre o autor, Vicente Sanches nasceu em 1936. Vive em Castelo Branco. Publicou através das edições Cotovia vários títulos de teatro como: “Grupo de Vanguarda” (1998), “A Birra do Morto”, “Promissão do Quinto Império, Metáfora” (1998); “Quinto Império ou A Musa da Casa de Ser” (1999) e “Aforismos de Aforismos” (2001). Os seus textos foram encenados, entre outros por Ricardo Pais, António Augusto Barros, Mário Viegas e Américo Rodrigues. Viu também a obra “O Passado e o Presente” adaptada ao cinema por Manoel de Oliveira.
Em palco no TMG vão estar duas histórias do dramaturgo português: "São Francisco de Assis" e "Mundo Imaginalis num quadro de Van Gogh"; um actor: Américo Rodrigues e um músico: César Prata. No espectáculo o actor interpreta «um São Francisco e um cão que quer ser … franciscano. E na outra história um singular conferencista que vê num quadro de Van Gogh o rosto de um grande escritor português.», explica Américo Rodrigues.
Trata-se da 8ª produção da estrutura de produção teatral do TMG, o Projéc~. A peça ficará em cena de 9 a 11 de Dezembro no Pequeno Auditório sempre às 21h30. Os textos são de Vicente Sanches, a música original com interpretação ao vivo é de César Prata, a cenografia é de Zigud, os figurinos são de Maria Lino e o Desenho de luz é da autoria de António Freixo.
De referir ainda que esta produção tem o apoio da Câmara Municipal de Castelo Branco.
Em palco no TMG vão estar duas histórias do dramaturgo português: "São Francisco de Assis" e "Mundo Imaginalis num quadro de Van Gogh"; um actor: Américo Rodrigues e um músico: César Prata. No espectáculo o actor interpreta «um São Francisco e um cão que quer ser … franciscano. E na outra história um singular conferencista que vê num quadro de Van Gogh o rosto de um grande escritor português.», explica Américo Rodrigues.
Trata-se da 8ª produção da estrutura de produção teatral do TMG, o Projéc~. A peça ficará em cena de 9 a 11 de Dezembro no Pequeno Auditório sempre às 21h30. Os textos são de Vicente Sanches, a música original com interpretação ao vivo é de César Prata, a cenografia é de Zigud, os figurinos são de Maria Lino e o Desenho de luz é da autoria de António Freixo.
De referir ainda que esta produção tem o apoio da Câmara Municipal de Castelo Branco.
3 de agosto de 2009
8 de junho de 2009
1 de junho de 2009
Assobio no "Viva a Música"
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