Cinco anos volvidos sobre o primeiro espectáculo “Canções do Ceguinho”, regressam as histórias de faca e alguidar. Voltam as canções que povoavam o universo sonoro das feiras e romarias, desta feita com outros instrumentos, novos arranjos e novas histórias.
A mãe que matou os três filhos à machadada; a costureira que descobriu que o noivo a enganava e se matou no dia do casamento; a Maria da Graça que foi enganada pelo Manuel Celestino e atirou o filho recém-nascido para o telhado; o coveiro de Pínzio que desenterrava os mortos para lhes tirar a roupa.
Estas e muitas outras histórias serão cantadas no próximo dia 21 de Junho, pelas 22 horas, no café concerto do Teatro Municipal da Guarda.
Um espectáculo de César Prata César Prata (adufe, concertina, kazoo, samples, sanfona, viola, viola beiroa , viola toeira e voz).
A mãe que matou os três filhos à machadada; a costureira que descobriu que o noivo a enganava e se matou no dia do casamento; a Maria da Graça que foi enganada pelo Manuel Celestino e atirou o filho recém-nascido para o telhado; o coveiro de Pínzio que desenterrava os mortos para lhes tirar a roupa.
Estas e muitas outras histórias serão cantadas no próximo dia 21 de Junho, pelas 22 horas, no café concerto do Teatro Municipal da Guarda.
Um espectáculo de César Prata César Prata (adufe, concertina, kazoo, samples, sanfona, viola, viola beiroa , viola toeira e voz).





O acaso teima em atravessar-nos no caminho experiências fantásticas e encontros únicos. Há tempos encaminhou-nos para a Beira Baixa, mais propriamente para a Zebreira, uma localidade do concelho de Idanha-a-Nova. Pelo caminho fomos parando aqui e ali, recolhendo histórias e vidas. Encontrámos mulheres que cantam como poucas e que ainda são capazes de encontrar na memória canções magníficas, daquelas que arrepiam… sabem como é?











