27 de fevereiro de 2009
Assobio
26 de fevereiro de 2009
14 de fevereiro de 2009
Julgamento do Galo do Entrudo

Depois de morto, coma-se o galo numa deliciosa canja!
5 de fevereiro de 2009
A batalha dos Montes
3 de fevereiro de 2009
Julgamento do Galo do Entrudo
Vem aí o Galo do Entrudo. Dia 23 de Fevereiro, a partir das 21:30, véspera de Carnaval, desfile pelas ruas da Guarda e julgamento na Praça Velha. Pela minha parte estou a trabalhar para que a música esteja à altura da ave. Uma ópera bufa, com textos de António Godinho e Rui Isidro e música minha, será interpretada por cantores líricos. No fim, já se sabe... Galo para a fogueira!
13 de janeiro de 2009
Chuchurumel vírgula ponto final
1 de janeiro de 2009
20 de dezembro de 2008
Boas Festas
29 de novembro de 2008
Guarda: Rádio memória
12 de novembro de 2008
Guarda: Rádio memória

Trata-se de um espectáculo de celebração colectiva sobre o imaginário guardense que conta com a participação de mais de três centenas de pessoas e das colectividades do concelho da Guarda. Pretende-se comemorar o 809º aniversário da cidade da Guarda, numa co-produção do Teatro Municipal da Guarda e do Trigo Limpo - Teatro ACERT para a Câmara Municipal da Guarda.
À minha responsabilidade está entregue a direcção musical do espectáculo. Têm sido algumas horas sem dormir e mais se avizinham. Se o Paço já foi do povo, agora é o TMG que é do povo. Depois da experiência de há dois anos (Guarda: paixão e utopia) é uma alegria enorme ver centenas de pessoas dispostas a povoar o palco e os corredores do Teatro Municipal da Guarda.
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A partir do “estúdio” da
Em palco centenas de pessoas dão vida a este espectáculo entre actores, músicos, bailarinos e colectividades da região.
Guarda: rádio memória é uma co-produção do Teatro Municipal da Guarda e do Trigo Limpo - Teatro
O espectáculo tem a coordenação geral de Américo Rodrigues, e dramaturgia de Américo Rodrigues e José Rui Martins a partir de textos de Américo Rodrigues, António Godinho, Helder Sequeira, Honorato Esteves, José Rui Martins, Norberto Gonçalves, Osório de Andrade e Rui Isidro. A encenação é de José Rui Martins, a direcção musical é de César Prata e a cenografia é da autoria de Marta Fernandes da Silva e Pedro Santos (Teatro e Marionetas de Mandrágora).
(in Blog do TMG)
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Ficha Técnica
Coordenação Geral Américo Rodrigues
Dramaturgia Américo Rodrigues e José Rui Martins, a partir de textos de Américo Rodrigues, António Godinho, Helder Sequeira, Honorato Esteves, José Rui Martins, Norberto Gonçalves, Osório de Andrade e Rui Isidro
Encenação José Rui Martins
Actores, músicos e dançarinos mais de 300 artistas de organizações culturais do Distrito da Guarda.
Direcção Musical César Prata
Cenografia Marta Fernandes da Silva, Pedro Santos e enVide neFelibata (Teatro e Marionetas de Mandrágora)
Assistência de Encenação Raquel Costa e Ruy Malheiro
Vídeo Meca (RM 21) e Zito Marques
Técnicos de som, luz, audio-visuais, assistência de cenografia, montagem, direcção de cena e maquinistas de cena Alcides Fernandes, Armando Neves, Alex Pereira, Cajó Viegas, Eduardo Martins, José Pedro Gonçalves, Luis Viegas, Ricardo Fernandes, Ricardo Pereira, Tiago Dias, Tiago Lopes
Assistente de Coordenação Geral Sílvia Fernandes
Coordenação de Produção Lucinda Gomes
Produção executiva Elsa Miragaia
Desenho Gráfico Sérgio Currais e ZéTavares
13 de outubro de 2008
26 de setembro de 2008
22 de agosto de 2008
Ahoje é ahoje!

AHOJE É AHOJE
Guardaste ontem o que só vais fazer amanhã?
Só há um dia que está connosco.
Hoje!
Ahoje é Ahoje!
Ontem é já memória.
Um dia destes… qual é esse?
Melhor é aquele que está connosco,
Ahoje.
A vida está a ir?
A vida é agora aqui.
Ahoje!
Luís Carlos Patraquim
23 de julho de 2008
A cor da língua + Janita Salomé + Chuchurumel
10 de junho de 2008
Chuchurumel em Espanha
Aqui fica o texto que Juan Antonio Vásquez e Araceli Tzigane escreveram no seu site (Mapamundi), a propósito do concerto de Chuchurumel em Móstoles (Madrid), no passado dia 8 de Junho. E também alguns links com referências ao concerto (obrigado Araceli!).Chuchurumel parte, por un lado, de un profundo conocimiento del legado de la música tradicional y, por otro, de un uso elegante y original de la electrónica, materializando esta brillante y original propuesta por medio de la habilidad instrumental y vocal de César y Julieta. Acompañados por Tiago Pereira, videocreador, también profundamente comprometido con sus raíces culturales, hacen un espectáculo con una música indescriptiblemente bella, acompañada de unas imágenes que sirven de contexto para lo que pasa ahora y homenaje a lo que pasaba antes.
http://digg.com/music/Chuchurumel_in_concert_Portuguese_live_music_in_Madrid
http://www.spaindreams.com/blog/?p=133
http://www.larepublicacultural.es/articulo.php3?id_article=842
30 de maio de 2008
in out | portas
28 de maio de 2008
Eu queria encontrar aqui ainda a terra

Passado quase meio ano sobre a data prevista para a estreia, ela vai acontecer. A arreliadora fractura do pé do actor Paulo Calatré, ocorrida num dos últimos ensaios do longínquo mês de Novembro de 2007, já está ultrapassada e eis que a peça sobe à cena nos dias 28, 29 e 30 de Maio, pelas 21:30, no Pequeno Auditório do Teatro Municipal da Guarda.
"Um texto original, dois autores, três cenas, seis personagens e dois actores. Queria dar ao público a sensação de estar a assistir a três espectáculos numa mesma sessão. Forcei o conflito e arranquei o invisível no texto criando uma trilogia, mas sem perder a ligação entre as três cenas. O espaço cénico, quase instalação, reforça o espaço de memória e combina os três momentos. Os elementos viajam e cruzam-se entre si. Lugar de memória que deixa rastos e que, por vezes, pode perturbar pela sua presença. Memórias. Os homens e a Arte. A recusa da lógica.
Começamos com a viagem de Eduardo Lourenço e Vergílio Ferreira, à nossa maneira, nas suas memórias ligadas à Guarda. Depois as gárgulas, tiradas da Sé, são as guardiãs da biblioteca dos autores e do saber humano. Teatro dentro do teatro - o mundo é um fingimento. E, por fim, um duelo entre a lógica e a libertação espiritual, entre um professor e uma escritora-marioneta-homem. O Oriente e o Ocidente em combate.
Será a lógica uma maçã que se come?"
Luciano Amarelo
Texto: António Godinho e manuel a. domingos
Encenação, cenografia e figurinos: Luciano Amarelo
Elenco: Pedro Frias e Paulo Calatré
Música original: César Prata
Desenho de luz: Davide da Costa
Produção Projéc~
5 de maio de 2008
Theremin com Pamelia Kurstin

Nos dias 1 e 2 de Maio estive "internado" na Tapada da Tojeira (Vila Velha de Ródão), local magnífico onde se encontra o CENTA (Centro de Estudos de Novas Tendências Artísticas). A ideia foi ocupar esses dois dias na descoberta de um instrumento completamente louco e pelo qual sentia fascínio há já muito tempo: o theremin. De acordo com a Wikipedia, o theremin é um dos primeiros instrumentos musicais completamente electrónicos. Inventado em 1919 pelo russo Sergeivitch Termen (conhecido também pela forma francesa do nome: Léon Theremin), o theremin é único por não precisar de nenhum contacto físico para produzir música e foi, de facto, o primeiro instrumento musical projectado para ser tocado sem precisar de contacto, pois é executado movimentando-se as mãos no ar. Apresentado pelo próprio inventor em 1920, o instrumento opera através do princípio da produção de efeito heteródino em dois osciladores de frequência radiofnicos e consiste numa caixa com duas antenas externas (uma que controla a altura, e outra o volume), ao redor das quais o músico movimenta as mãos para produzir som. A formadora, a norte-americana Pamelia Kurstin é uma virtuosa do theremin, uma excelente pessoa e proporcionou dois dias excelentes para o grupo de seis pessoas que assistiram ao workshop. A comida da D. Isaura era soberba e a paz da Tojeira inigualável.






