9 de fevereiro de 2011
5 de fevereiro de 2011
27 de janeiro de 2011
28 de setembro de 2010
SOPROS

sopros...
sopros de vida...
foi há muito, muito tempo quando a terra ainda era jovem, novinha em folha que apareceu o primeiro homem...
o tempo foi passando, passando e chegámos ao nosso tempo....
pensamos, reflectimos, sonhamos, sabemos que não podemos voltar atrás no tempo e recomeçar de novo, mas podemos começar agora a sonhar e fazer um novo fim...
misturamos o sopro de vida com o sopro da morte, enterramos a morte e abrimos o baú das recordações bem vivas... começamos nas mais recentes e caminhamos para as mais antigas quando éramos pequenos — mesmo pequeninos — e ainda chorávamos no berço
e a vida (que crescia em nós) estava no principio...
pelo meio recordamos a morte mais recente, o sofrimento e a solidão; depois a velhice alegre, cheia de tagarelice, partilhada ao sol.... recordamos o namoro e as danças apaixonadas, as brincadeiras de crianças, a alegria
estamos no início, temos medo, mas sopramos a vida cheios de novos sonhos, cheios de amor....
partilhamos, primeiro entre amigos, a maravilhosa aventura que é a vida; sonhámos, cantámos e até dançámos, embalados pelas músicas e por histórias maravilhosas.... Pusemos mãos à obra e criámos um sonho, um sopro de vida que agora queremos partilhar com toda a gente....
e, afinal, este é um fim ou um novo princípio?
se "uma vida só tem história do principio para o fim se a tiver do fim para o principio", então esta história começa, acaba, recomeça e reinventa-se sempre que alguém sopra....
obrigado por soprarem connosco....
Pneto
Ficha Técnica
Textos
”A criação segundo os Sioux” (adaptado)
“O que diz a Morte” (Antero de Quental)
“Fragmento 88” (Bernardo Soares)
“Testamento” (Ana Luísa Amaral)
“Para Sempre” (Carlos Drummond de Andrade)
“A vida e a morte” (Florbela Espanca)
Canções
“Sopros” (César Prata/Sandra Santos)
“Meu pai, meu pai” (César Prata — a partir de pranto fúnebre recolhido por M. Giacometti em Várzea, Soajo)
“Boa noite, amor” (J.M. Abreu e F. Matoso)
“Dorme, dorme, meu menino” (Tradicional — recolhida por Leite de Vasconcelos em Cercosa, Viseu)
“Dorme, dorme, meu menino” (Tradicional — Castanheira, Guarda)
“Senhora D. Anica” (Tradicional)
“Era uma vez um cavalo” (Tradicional)
“Larau, larito” (Tradicional)
“Dorme meu querido” (Excerto de "A Venerável Tia Baptista do Ceo Custódio, Assombros da vida
e morte prodigiosa"- 1679/César Prata)
“O que é a vida e a morte” (Florbela Espanca/César Prata)
Dramaturgia: César Prata e Sandra Santos
Direcção Artística: César Prata e Sandra Santos
Assistente de direcção: Paulo Neto
Intérpretes: César Prata e Sandra Santos
Música: César Prata
Desenho de luz: Paulo Neto
Figurinos: José Rosa
Costureira: Svetlana Molchanova
Cenografia: ACERT
Carpintaria: Carmosserra
Design gráfico: Zé Tavares
Fotografia: Carlos Fernandes e Carlos Teles
Registo vídeo: Zito Marques
Produção: ACERT, 2010
Agradecimentos: Claúdia Barato; Fernando Paz; Filipa Alexandre (Teatro e Marionetas de Mandrágora); Jorge Santos; Rute Ramos e a toda a equipa da ACERT.
Estreia: 1 de Outubro de 2010, ACERT, Tondela
Duração: 50 minutos
11 de maio de 2010
Simplesmente complicado

Este é o cartaz da co-produção Projéc~ CENDREV: "Simplesmente Complicado" com estreia marcada para dia 26!
Trata-se de uma peça de Thomas Bernhard, encenada por Américo Rodrigues e protagonizada por Rui Nuno. A música é minha, a cenografia e figurinos são de Zigud e o desenho de luz é de António Rebocho.
Ficará em cena no TMG entre 26 e 29 de Maio.
8 de dezembro de 2009
S. Francisco de Assis e Mundus Imaginalis
Voltei à música para teatro.


"São Francisco de Assis" e "Mundo Imaginalis num quadro de Van Gogh" são as duas peças da autoria de Vicente Sanches que o Projéc~ apresentará em estreia absoluta já no próximo dia 9 de Dezembro no Pequeno Auditório. Este é um espectáculo de regressos: o regresso de Américo Rodrigues ao trabalho enquanto actor, pois esteve mais dedicado à encenação e à escrita nos últimos anos e também o regresso do encenador Américo Rodrigues aos textos de Vicente Sanches, do qual se declara um profundo admirador. «Sou um profundo admirador da obra teatral de Vicente Sanches. Já tinha encenado “Van Gogh” e sempre tive vontade de encenar e interpretar as sucessivas peças que ele edita. Talvez por causa do humor desconcertante e, por vezes, do jogo de palavras. Surgiu agora a oportunidade de estrear duas pequenas peças de Vicente Sanches, escritas em 2006. Quando as li, sofregamente, pensei logo que deveria ser eu a representá-las», explica o actor e encenador.Sobre o autor, Vicente Sanches nasceu em 1936. Vive em Castelo Branco. Publicou através das edições Cotovia vários títulos de teatro como: “Grupo de Vanguarda” (1998), “A Birra do Morto”, “Promissão do Quinto Império, Metáfora” (1998); “Quinto Império ou A Musa da Casa de Ser” (1999) e “Aforismos de Aforismos” (2001). Os seus textos foram encenados, entre outros por Ricardo Pais, António Augusto Barros, Mário Viegas e Américo Rodrigues. Viu também a obra “O Passado e o Presente” adaptada ao cinema por Manoel de Oliveira.
Em palco no TMG vão estar duas histórias do dramaturgo português: "São Francisco de Assis" e "Mundo Imaginalis num quadro de Van Gogh"; um actor: Américo Rodrigues e um músico: César Prata. No espectáculo o actor interpreta «um São Francisco e um cão que quer ser … franciscano. E na outra história um singular conferencista que vê num quadro de Van Gogh o rosto de um grande escritor português.», explica Américo Rodrigues.
Trata-se da 8ª produção da estrutura de produção teatral do TMG, o Projéc~. A peça ficará em cena de 9 a 11 de Dezembro no Pequeno Auditório sempre às 21h30. Os textos são de Vicente Sanches, a música original com interpretação ao vivo é de César Prata, a cenografia é de Zigud, os figurinos são de Maria Lino e o Desenho de luz é da autoria de António Freixo.
De referir ainda que esta produção tem o apoio da Câmara Municipal de Castelo Branco.
Em palco no TMG vão estar duas histórias do dramaturgo português: "São Francisco de Assis" e "Mundo Imaginalis num quadro de Van Gogh"; um actor: Américo Rodrigues e um músico: César Prata. No espectáculo o actor interpreta «um São Francisco e um cão que quer ser … franciscano. E na outra história um singular conferencista que vê num quadro de Van Gogh o rosto de um grande escritor português.», explica Américo Rodrigues.
Trata-se da 8ª produção da estrutura de produção teatral do TMG, o Projéc~. A peça ficará em cena de 9 a 11 de Dezembro no Pequeno Auditório sempre às 21h30. Os textos são de Vicente Sanches, a música original com interpretação ao vivo é de César Prata, a cenografia é de Zigud, os figurinos são de Maria Lino e o Desenho de luz é da autoria de António Freixo.
De referir ainda que esta produção tem o apoio da Câmara Municipal de Castelo Branco.
3 de agosto de 2009
8 de junho de 2009
1 de junho de 2009
Assobio no "Viva a Música"
20 de maio de 2009
19 de maio de 2009
Assobio na RTP 1
Reportagem sobre a estreia de Assobio (15 de Maio no Teatro Municipal da Guarda)
Assobio na RTP from cesarprata on Vimeo.
1 de maio de 2009
Assobio
Hoje, dia 1 de Maio, aqui fica a letra que o Américo Rodrigues fez para o CD Assobio (cuja apresentação será no próximo dia 15 de Maio, no Teatro Municipal da Guarda).
Para ouvir letra e música, os meus instrumentos e a voz da Vanda, basta clicar aqui:
Pela rua a assobiar
Passo a passo
É o que faço
Assobiar
Contra o vento
É o meu caminho
Contra o destino
É a minha sina
Assobiar
Encher o peito de ar
E assobiar
Encher a boca de ar
E assobiar
Contra o tédio
E a morte
Contra a morte
E o tédio
Assobiar
Emaranhar as nuvens
Com o assobio
Confundir os montes
Enlouquecer os animais
Assobiando
Contra corrente
Ser contra
O rio conformado
E assobiar
Para ouvir letra e música, os meus instrumentos e a voz da Vanda, basta clicar aqui:
Pela rua a assobiar
Passo a passo
É o que faço
Assobiar
Contra o vento
É o meu caminho
Contra o destino
É a minha sina
Assobiar
Encher o peito de ar
E assobiar
Encher a boca de ar
E assobiar
Contra o tédio
E a morte
Contra a morte
E o tédio
Assobiar
Emaranhar as nuvens
Com o assobio
Confundir os montes
Enlouquecer os animais
Assobiando
Contra corrente
Ser contra
O rio conformado
E assobiar
27 de abril de 2009
Que imagem tem o Assobio?
7 de abril de 2009
CD Assobio

Aqui está a capa do CD "Assobio", uma edição do Teatro Municipal da Guarda com projecto gráfico de Catarina van der Worp.
O CD será apresentado no próximo dia 15 de Maio, no Teatro Municipal da Guarda, num espectáculo que assinalará também a estreia do grupo.
As gravações dos treze temas que compõem o disco decorreram entre Dezembro de 2008 e Março de 2009: cinco canções tradicionais da Beira Alta, duas canções tradicionais da Beira Baixa, uma canção tradicional do Algarve, uma canção tradicional de Salamanca (Espanha), uma canção medieval, um instrumental original, uma oração do Alentejo para tirar o sol e um original (Assobio) com letra de Américo Rodrigues e música minha. É esta canção que pode ser escutada na página MySpace do grupo, aqui:
26 de março de 2009
Na cadeira do Barbeiro
O espectáculo “Na cadeira do Barbeiro” estreou em 27 de Julho de 2008, em Fornotelheiro (Celorico da Beira), quando da realização dos IV Encontros de Etnografia de Fornotelheiro. No próximo dia 28 de Março, pelas 21:30, será novamente apresentado no Teatro-Cine de Celorico da Beira.Na cadeira do Barbeiro integra-se no conceito de intervenção sócio-musical, desenvolvido por César Prata e Julieta Silva no âmbito do projecto Chuchurumel. O referido conceito assenta no conhecimento, tão profundo quanto possível, de uma determinada comunidade, procurando responder às seguintes perguntas: Quem somos? O que sabemos? Quais são as nossas memórias, os nossos cantos e os nossos contos? Depois descobrir que afinal todos sabemos cantar, tocar, contar e representar e transpor a arte das pessoas da comunidade para o palco, consubstanciada num espectáculo capaz de fazer passar uma identidade própria e definida, plena de afectos e de memórias locais.
O trabalho de recolha decorreu entre Novembro de 2007 e Março de 2008. Após dezenas de horas de entrevistas e de gravações áudio e vídeo, outras tantas de audição das gravações e do trabalho de construção do espectáculo chegámos à cadeira do barbeiro. A cadeira do barbeiro, enquanto espaço de convívio e de conversa, será o elemento central do espectáculo. Por ela passarão as histórias, as canções, as memórias.
Ficha técnica
Criação original: César Prata e Julieta Silva (Chuchurumel)
Organização: Junta de Freguesia e ADCR do Fornotelheiro
Produção: Agostinho Santos, Inês Silva e Nuno Ribeiro
Som: Inês Lamares
Figurinos: Hermínia de Fátima Ribeiro
Participantes: Agostinho Ferreira, Agostinho Manuel Augusto, Agostinho Reis Parente, Ana Beatriz Almeida Pereira, Ana Carolina da Cruz Santos, Ana Cláudia Rodrigues Marques, Ana Maria Antunes Rodrigues Marques, Ana Rita Almeida Santos, Ana Rita Rodrigues, Ana Sofia Caetano, Ângela Fernanda Coelho Mendes, António dos Reis Parente, Armindo Pires, Bernardo José Gomes Silva, Carlos Alberto Andrade Pires, Carlos Silva, César Prata, Conceição Coelho, Daniela Filipa Caetano, Diogo Manuel Machado Silva, Glicínia Andrade Pinheiro Machado Bernardo, Goretti Ribeiro Almeida Santos, Graça Cerejo, Hélder Tiago Ribeiro, Inês Silva, Irene Castro de Almeida, José Francisco da Silva, José Jorge Silva, José Pedro da Silva Magalhães, Julieta Silva, Luís Carlos Ribeiro Ferreira, Manuel Diogo Ribeiro, Marcelina Bernardo Ribeiro, Maria Antónia dos Santos Fonseca, Maria Aurora Antunes, Maria da Conceição Augusto dos Santos Silva, Maria da Conceição Santos Augusto, Maria do Sameiro Rodrigues, Maria Elisa Veiga, Maria Graça Augusto Santos Silva, Maria José dos Reis Ribeiro, Nelson Manuel Ribeiro, Nuno Alberto Bernardo Bordalo Ribeiro, Pedro Manuel da Cruz Santos, Rodrigo dos Santos Alves, Ruben António Augusto Tomás, Sandra Marisa Canário dos Santos, Vanessa Fonseca Ribeiro
23 de março de 2009
Um bando de passarinhos
27 de fevereiro de 2009
Assobio
ASSOBIO é sopro; um sopro musical. E sopro é vida.; a vida que passa pela cultura popular e pela sua transmissão constantemente renovada. ASSOBIO é o nome do meu novo projecto musical. Após o fim de Chuchurumel, marca a continuidade do meu trabalho com a tradição musical portuguesa, ou seja, o cruzamento da tradição com linguagens musicais dos nossos tempos. ASSOBIO é um desafio, uma constante procura de sonoridades, um caminho para a música portuguesa. ASSOBIO faz-se também com a voz carismática da Vanda Rodrigues, uma cantora surpreendentemente singular, uma voz para a música portuguesa. ASSOBIO é nome de disco e de espectáculo. ASSOBIO é uma co-produção com o Teatro Municipal da Guarda e estreará no próximo dia 15 de Maio, no Teatro Municipal da Guarda. O espectáculo de estreia assinalará, também, a apresentação do CD ASSOBIO, uma edição do Teatro Municipal da Guarda.
Depois... Depois vamos andar a assobiar... Por aí!
Já pode aceder ao MySpace do grupo, aqui:
26 de fevereiro de 2009
14 de fevereiro de 2009
Julgamento do Galo do Entrudo

Na noite de 23 de Fevereiro, as ruas da Guarda vão dar lugar à folia carnavalesca do espectáculo “Julgamento e Morte do Galo do Entrudo”. Tal como em edições anteriores, esperam-se milhares de pessoas para seguir o cortejo do galo entre o Jardim José de Lemos e a Praça Velha da cidade. Trata-se de um espectáculo comunitário e de expiação, onde desfilam centenas de participantes oriundos das colectividades do concelho e também actores, músicos e cantores profissionais. Ao desfile não faltará também o culpado por todos os males e injustiças acontecidas o ano que passou, ou seja, o galo, que na Praça velha será julgado e punido! Uma das grandes novidades desta edição residirá precisamente no julgamento do galináceo que este ano terá o formato de Ópera Bufa. Os advogados de defesa e acusação serão, respectivamente, a soprano Helenas Neves e o tenor Sérgio Martins. O elenco contará ainda com Albino Bárbara que interpretará o juiz; Américo Rodrigues , António Godinho, Isabel Monteiro e Vasco Queiroz serão as testemunhas de acusação e Agostinho da Silva, Carlos Lopes, Cristina Fernandes e Filipa Teixeira.
A organização promete ainda momentos de surpresa, onde tudo pode acontecer! Recordamos que na edição anterior, foi a actuação de Arlindo de Carvalho, com a “Trova da Guarda”, o último desejo do galo condenado… Para além das surpresas está previsto um momento multimédia, com fortes efeitos visuais e recurso a laser.
O Julgamento e Morte do galo do Entrudo é um espectáculo comunitário que contará com a participação activa de mais de uma dezena de colectividades do concelho, a saber: Associação Cultural Copituna d’Oppidana, Associação Cultural e Desportiva do Jarmelo, Associação Desportiva, Recreativa e Cultural da Rapoula, Centro Cultural da Guarda, Grupo “Os Beirões” de Maçainhas, Grupo de Cantares “Ontem, Hoje e Amanhã” de Maçainhas, Associação Cultural e Recreativa da Sequeira, Grupo de Cantares "A Mensagem", Raiz de Trinta - Associação Juvenil e ainda os alunos do curso de Animação Sociocultural do IPG. Às colectividades juntam-se ainda três grupos de foliões convidados pelo TMG a integrar o desfile: a equipa Espiral com a alegria e folia dos Zés Pereiras, Gigantones e Cabeçudos; o grupo de teatro espanhol La Saca e ainda o grupo Samarkanda Teatro. À festa junta-se ainda a Banda Filarmónica da Sociedade Musical Gouveense.
O Julgamento e Morte do Galo do Entrudo é um espectáculo produzido pela Culturguarda EM/ TMG para a Câmara Municipal da Guarda. A coordenação é de Américo Rodrigues , os textos estão a cargo de Rui Isidro e de António Godinho, a direcção musical é de César Prata, a concepção do Galo é da artista plástica Teresa Oliveira, encarregada também da sua construção, com o grupo de teatro Aquilo e a voz do galo é de Joaquim Martins.
Recordamos que o julgamento do galo é uma tradição de diversas localidades do concelho da Guarda, um ritual de exorcismo de todos os males em que o Galo é o culpado por intrigas, desavenças e todos os insucessos que tiveram lugar no ano que passou, pelo que é julgado e condenado em praça pública, num ritual expiatório e de purificação, através do qual se renova a esperança num ano melhor.
Depois de morto, coma-se o galo numa deliciosa canja!
Porque a organização sabe que muita folia pode causar uma forte sensação de estômago vazio, e sabendo-se que o galo vai ser condenado, no espectáculo de Carnaval “Julgamento e Morte do Galo do Entrudo” vamos oferecer canja de… galo ao público presente na Praça Velha. Com o os tempos são de crise e nada dados a desperdícios, o malogrado galináceo será servido numa deliciosa canja aos guardenses e visitantes.
E para que nada falte aos foliões, e porque a noite de Carnaval é de festa, durante o percurso (do Jardim José de Lemos à Praça Velha) haverá “postos de reabastecimento” de vinho, com o apoio da Adega Cooperativa de Pinhel. Vinho da região para aquecer o coração.
O TMG apela a todos: juntem-se a nós nesta celebração carnavalesca, venham gritar connosco: morra o galo, esse grande malfeitor!
O Julgamento e Morte do Galo do Entrudo é uma produção da Culturguarda EM/ TMG para a Câmara Municipal da Guarda. Um espectáculo comunitário e de expiação que decorrerá nas ruas da Guarda no próximo dia 23 de Fevereiro, a partir das 21h30.
in, Blog do Teatro Municipal da Guarda
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